17 outubro 2007



Hipnótico cotidiano
silenciosas gotas a devastar
impérios de beatos lobi-s-homens.
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Em invisível cauda de cometa
velado anonimato de falso brilhante,
catapulta a vomitar pedras inertes,
perfume barato de todo cativeiro.
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Hipnótico cotidiano.
Você não sabe o que vai.
Você não sabe o que fica.
Arco-íris des-estrelado perde gira-s-sol.
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De um arco-íris se sabe o que é.
Se sabe o que é.
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Sérgio Yzumida

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05 outubro 2007


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Varrer paisagem

cenário vem e vai e vem.

Luz e sombra,

na forma, invisíveis.

Lá fora,

aqui dentro,

sempre o mesmo lugar.

Quasares descobertos

liberta libélula.

Água infiltrando terra,

seiva compreendida.
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A luz é uma metáfora.

Sérgio Yzumida