Silencioso caminho a Gólgota,
imobilismo inerte,
moroso,
pelas ruas,
pelas estreitas vielas.
Caminhar silencioso a Gólgota,
contínuo,
intermitente ondulação de oceano.
Reis, mandarins, czares,
navegam em diligências
em nefasto fausto negligente.
Desconectados de alheios neurônios,
tornam prisões seus palácios.
Moscas sobrevoam
costas dos elefantes.
.
.
Eterno e único caminho a Gólgota,
alentado suor,
atalho celestial.
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